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Vírus raro em cruzeiro assusta: entenda a cepa andina

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Divulgação/Oceanwide

Um surto de hantavírus em um navio de cruzeiro internacional tem chamado a atenção de autoridades de saúde e levantado preocupações. O caso envolve, segundo informações divulgadas, a chamada cepa andina — considerada a única variante conhecida com capacidade de transmissão entre pessoas.

De acordo com as autoridades, o episódio ocorreu a bordo do navio MV Hondius, que transportava 147 pessoas entre passageiros e tripulantes. Até o momento, há registros de infecções confirmadas e suspeitas, incluindo mortes e pacientes hospitalizados em diferentes países.

A cepa andina do hantavírus foi identificada inicialmente na década de 1990, em países da América do Sul, como Argentina e Chile. Diferentemente de outras variantes, ela pode, supostamente, ser transmitida de uma pessoa para outra — embora esse tipo de contágio seja considerado raro e geralmente associado a contato próximo e prolongado.

Especialistas explicam que, mesmo com essa característica, a principal forma de transmissão do hantavírus ainda ocorre por meio do contato com roedores infectados ou com secreções desses animais, como urina, fezes ou saliva.

A situação tem sido monitorada por organizações internacionais, como a Organização Mundial da Saúde, que acompanha a investigação e auxilia na análise dos casos.

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O hantavírus pode causar quadros graves, como síndrome respiratória ou comprometimento dos rins. Os sintomas iniciais incluem febre, dores no corpo e mal-estar, podendo evoluir para falta de ar e complicações mais severas.

Até o momento, autoridades de saúde seguem investigando a origem do surto e avaliando o risco de transmissão, especialmente por se tratar de um ambiente fechado como o de um cruzeiro.

Fonte: Metrópoles

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