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Em três anos, Governo do Tocantins investe mais de R$ 40 milhões na cultura e fortalece cadeia produtiva do setor
O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), investiu mais de R$ 40 milhões na cadeia produtiva cultural com recursos da Lei Paulo Gustavo (LPG) e da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab). Os investimentos impulsionaram a produção artística, fortaleceram a economia criativa e permitiram que centenas de projetos culturais fossem realizados em diversas regiões do estado.
No primeiro ciclo da Pnab, iniciado em 2024, mais de 490 agentes culturais receberam recursos em poucos meses, totalizando R$ 21.172.903,86 injetados diretamente na economia tocantinense. O desempenho colocou o Tocantins em 1º lugar no ranking nacional de execução dos recursos da política em 2025, entre todas as unidades da federação.
Já na Lei Paulo Gustavo, executada no estado entre 2023 e 2025, o Tocantins alcançou 99,1% de execução dos recursos sob gestão estadual, com investimentos de R$ 26.385.250,00 aplicados em ações culturais operacionalizadas pela Secult, consolidando-se entre os estados com melhor desempenho na implementação das políticas culturais federais.
Os resultados refletem diretamente na realização de projetos e no fortalecimento do setor cultural. Espetáculos foram encenados, filmes produzidos, livros publicados, exposições realizadas, oficinas ofertadas e espaços culturais estruturados, ampliando o acesso à cultura e movimentando a economia local.
O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, destacou que os investimentos reforçam o papel estratégico da cultura no desenvolvimento do Estado. “O Tocantins demonstra que é possível transformar política pública em resultados concretos para a população. Ao longo desses três anos, a cultura deixou de ser tratada apenas como manifestação simbólica e passou a ocupar posição estratégica no desenvolvimento do nosso Estado. Executamos recursos com responsabilidade, fortalecemos nossos artistas e garantimos que o investimento chegasse a todos os territórios. Seguiremos ampliando as oportunidades, lançando novos editais e consolidando uma política cultural permanente, que gere renda, valorize nossa identidade e projete o Tocantins no cenário nacional”, afirmou.
O impacto também foi sentido na economia local, em que cada projeto contemplado gerou contratação de serviços, mobilização de equipes técnicas, aquisição de insumos e circulação de recursos nos municípios. Com isso, o investimento público ativou cadeias produtivas e fortaleceu a economia criativa em diferentes regiões do Tocantins.
Pnab e LPG
A execução das duas políticas públicas federais consolidou um novo momento para o setor cultural tocantinense. Com recursos aplicados de forma estratégica, a Pnab e a Lei Paulo Gustavo permitiram ampliar o acesso ao fomento cultural e fortalecer a produção artística em todo o estado.
Mapas Culturais
Além do fomento financeiro, a Secretaria da Cultura avançou na estruturação da governança cultural com a consolidação dos Mapas Culturais como plataforma oficial de cadastro e monitoramento, ampliou a transparência e organizou informações estratégicas sobre agentes, espaços e projetos.
A ferramenta fortaleceu o planejamento, permitiu maior alcance dos editais e garantiu base técnica para decisões mais assertivas na gestão das políticas culturais.
Arranjos Regionais
Outro marco do período foi a inserção estratégica do Tocantins na Linha de Arranjos Regionais do Audiovisual. A proposta apresentada pela Secult foi classificada em edital nacional, assegurando investimento total de R$ 12 milhões para o setor.
Os recursos serão aplicados em ações de produção, capacitação, difusão, inovação e fortalecimento institucional, estruturando bases permanentes para a consolidação do audiovisual tocantinense e ampliando sua presença no cenário nacional.
Planejamento e continuidade
O secretário da Cultura, Adolfo Bezerra, reafirmou o compromisso com o fortalecimento e a continuidade das ações. “Seguiremos trabalhando para fortalecer as estruturas culturais do Estado. Nosso compromisso é ampliar o alcance territorial dos editais, garantir previsibilidade aos agentes culturais e manter uma gestão orientada por planejamento, transparência e responsabilidade”, enfatizou.
Com olhar voltado para o futuro, 2026 já se desenha como um novo ciclo para o setor. A Secretaria da Cultura prepara o lançamento de editais do segundo ciclo da Pnab, com ampliação de linhas de apoio, fortalecimento de políticas afirmativas e manutenção das escutas públicas como instrumento permanente de participação social.
Três anos após sua recriação, a Secretaria celebra mais do que índices de execução: celebra artistas produzindo, municípios integrados ao sistema estadual de cultura e recursos que circulam, geram trabalho e fortalecem identidades.
Fonte: Ascom Secult/ Tocantins

